Textos críticos Camillo

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Luiz Camillo Osorio conversa com Éder Oliveira

Finalista do Prêmio PIPA 2017, Éder Oliveira é o segundo entrevistado da série de conversas exclusivas com o curador do Instituto PIPA Luiz Camillo Osorio. Nascido na pequena cidade de Timboteua, o pintor se dedica desde 2004 a explorar o que chama de “identidade do homem amazônico” através de retratos monumentais e monocromáticos. Aqui, ele fala sobre sua formação, sua relação com a arte de rua, e sobre a recepção de seu trabalho nos mais diferentes ambientes.

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Conversa com Antonio Obá, por Luiz Camillo Osorio

A três semanas da abertura da exposição do Prêmio PIPA 2017 no MAM-Rio – a mostra tem início no dia 23 de setembro –, o curador do Instituto PIPA Luiz Camillo Osorio inaugura uma série de conversas exclusivas com os quatro finalistas desta edição. O primeiro entrevistado é Antonio Obá. Natural de Ceilândia, cidade-satélite de Brasília, sua obra investiga o universo religioso nacional, questionando o mito do sincretismo entre catolicismo e credos de matriz africana. Aqui, Obá fala sobre performance, arte afrodescendente, lugar de fala, e como a arte pode – e deve – ultrapassar os muros das galerias.

“Morte em Veneza”, novo texto exclusivo de Luiz Camillo Osorio

O texto crítico deste mês do curador do Instituto PIPA Luiz Camillo Osorio fala sobre a volta do polêmico Damien Hirst com a exposição monumental “Treasures from the wreck of the unbelievable”, que estreeou em Punta della Dogana e no Palazzo Grassi em paralelo à Bienal de Veneza. Nele, Camillo levanta questões sobre os excessos do mundo da “pós-verdade” e da ironia, contrapondo o “delírio desmedido” de Hirst à “intensidade do menos”.

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Relembre alguns dos melhores textos de Luiz Camillo Osorio

Curador do MAM-Rio entre 2009 e 2015 e atualmente curador do Instituto PIPA, Luiz Camillo Osorio escreve sobre arte para o grande público desde 1997, quando tornou-se crítico no jornal O Globo. Desde então, vem promovendo, seja em ensaios, críticas ou entrevistas, debates sobre os mais variados acontecimentos do mundo da arte. Para nos prepararmos para o novo post de Camillo, que chega no fim desta semana, reunimos alguns de seus textos mais marcantes publicados no site do Prêmio PIPA.

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“A arte foi ao banheiro: crise ou solução?”, novo texto da coluna de Luiz Camillo Osorio

Este mês, Camillo fala sobre o trabalho “America”, de Maurizio Cattelan, uma privada de ouro maciço que pode ser vista – e usada – no Guggenheim, Nova York. A partir de uma análise da obra, que mistura luxo e lixo, o texto levanta uma reflexão sobre o lugar da arte e seu poder político em um cenário em que ela é, de um lado, capturada pelo mercado e, do outro, institucionalizada, perdendo a força e a acidez crítica que se propõe a ter.

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Conversa com Arjan Martins, por Luiz Camillo Osorio

Um dos artistas mais indicados ao Prêmio PIPA, Arjan Martins tem tido um ano internacional. Em abril, foi à Nigéria para a abertura de “The Atlantic Triangle”, exposição organizada pelo Goethe-Institut Lagos sobre as entre as Américas, a costa africana e a Europa. Hoje, está às voltas com uma residência na Brasileia, em Basel, Suíça. Aqui, Arjan fala sobre essas e outras viagens com o curador do Instituto PIPA, Luiz Camillo Osorio, em mais uma conversa exclusiva para o Prêmio PIPA.

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Conversa com Rodrigo Braga, por Luiz Camillo Osorio

Finalista ao Prêmio PIPA 2012, quando também venceu o Voto Popular Exposição, Rodrigo Braga nasceu em Manaus, apesar de ter crescido em Recife, Pernambuco. Em parte graças a essa vivência inicial, em parte graças a seu contexto familiar, sua poética frequentemente aborda a relação entre o homem e a natureza. O assunto é um dos que Braga discute aqui com Luiz Camillo Osorio, curador do Instituto PIPA, em uma entrevista exclusiva que perpassa ainda pela relação do artista com a fotografia e o vídeo, sua formação artística, e a recepção internacional de seu trabalho.

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“As artimanhas do cinismo: Richard Prince x Donald Trump” – leia o texto crítico de Luiz Camillo Osorio

O artista norte-americano Richard Prince causou polêmica no início do ano ao devolver o dinheiro que Ivanka Trump – filha do atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump – tinha pago em uma obra. “Este trabalho não é meu. Eu não o fiz”, ele escreveu no Twitter. A controvérsia motiva o novo texto de Luiz Camillo Osorio para o Prêmio PIPA, que enxerga no caso uma tendência revolucionária: “O que se passou agora foi a possibilidade do artista transformar a arte em não-arte”, ele analisa.

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“Arjan: a pintura e suas vozes imprevistas” – Leia o texto crítico de Luiz Camillo Osorio

“O que faz um artista pintar hoje”? É com essa pergunta que Luiz Camillo Osorio, crítico e curador do Instituto PIPA, inicia o texto crítico exclusivo a seguir, o primeiro de 2017. Partindo do problema da pintura no século XXI, um meio a cada dia mais anacrônico diante de um mundo de avanços tecnológicos crescentes, Osorio analisa a obra de Arjan Martins, cuja última exposição, “Et Cetera”, encerrou-se no mês passado.

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